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Cadê os merfolks, Wizards?

Cadê os merfolks?

Era início de 2018 e tinham lançado Rivals of Ixalan e eu estava animado pra voltar a jogar standard já que tinha esperança de nascer um deck de merfolk. Fui às compras e comprei mesmo, gastei em torno de 1000,00 reais nas cartinhas e aproximadamente 75,00 em cada Kumena. Comprei tudo na Cards of Paradise. Comprei Jadelight, Kumena, deeproot elite entre várias cartas pra ajudar na minha jornada.

Fui jogando naquele primeiro semestre de 2018 e fui percebendo que o deck de merfolks não era tão competitivo assim mas dava pra me divertir já que consiste em duas cores que eu mais amo, o verde e o azul. Jogava contra red green, god pharao, UW entre outros, vencia e perdia mas sempre me divertia e o que mais me motivava era que no site mtggoldfish os merfolks estavam lá, tankando a todos. Não mostravam tanto resultado mas se faziam presentes com um grupinho de pessoas.

Eis que veio Dominária e a Wizards lança umas cartinhas legais mas eu preferi ficar de fora do magic pra investir em outros projetos. Fiquei meses ausente sem poder jogar meu joguinho predileto junto com meus amigos na Taverna. Só que as coisas mudam e no mês de Dezembro sobra uma grana e decidi voltar a jogar e aproveitar meu deck de merfolks.

Estava eu feliz da vida por ter uma grana pra voltar a jogar torneio só que antes de mais nada fui fazer umas consultas. Fui ver as cartas azuis e verdes de Guildas de Ravnica e nada pra deck de merfolks, fui ver M19 e pouca coisa para o deck. Fui ver o banco de dados do mtggoldfish e adivinhem? Os merfolks estava em 0% do meta. É isso ai, ninguém joga mais de merfolks.

Eu sei que muitos de vocês vão dizer que isso é a rotação do magic de gathering no standard mas pensem um pouco. Se Ixalan block vai ficar no standard até final de 2019 como a Wizards prometeu (2 anos), por que tirar os merfolks do field? Não seria melhor manter esse tipo de criatura até o final de 2019? E como ficam os players que apostaram nesse deck para se divertir jogando um champ standard na sua lojinha preferida?

Eu sei que podem me chamar de louco mas vou manter esse deck por três motivos, o primeiro é porque eu adoro as cores verde e azul e o segundo porque não quero gastar muito tentando montar um selesnya tokens que simpatizei muito e o terceiro porque eu amo tritões. E sou persistente, vou insistir no deck, quem sabe sai alguma coisa diferente. (sou brasileiro e não desisto nunca kkkk)

Esse foi o desabafo de um player^^ compartilhem esse conteúdo e deixa um like pra ajudar o canal. Até a próxima pessoal!

Calendário Magic: The Gathering! – Resultado do Grand Prix Portland 2018

Calendário Magic: The Gathering! – Resultado do Grand Prix Portland 2018

Mais um final de semana de Magic: The Gathering! O jogo de cartas de 25 anos de idade conquistou mais de 35 milhões de jogadores no mundo todo. Nos dias 8 e 9 de dezembro,exatamente 1765 players estiveram presentes no Grand Prix Portland 2018, enquanto os outros milhões acompanharam esse campeonato emocionante da forma que puderam.

 O GP Portland 2018 foi executado no modelo Modern, conhecido por ser um dos modelos mais populares, divertidos e poderosos do mundo Magic por permitir uma grande variedade de decks. Devido a essas características, o modelo Modern também é conhecido por ter um dos metagames mais diverso de todos, sempre surpreendendo.

Os pro players Matt Nass e Sam Pardee estavam presentes na disputa, e junto a 320 players, conquistaram suas vagas no segundo dia de evento. Ben Weitz também estava entre eles, marcando 8-0 como 8 outros players. Yuta Takahashi também estava presente, garantindo a colocação de Top 8 pela 13° vez! Sim, o lendário jogador esteve entre os melhores por treze vezes. Certamente um campeonato de gigantes!

Dessa vez, o deck de Death Shadow jogado por Tyler Putnam levou a vitória. Seu deck foi um dos sete únicos arquétipos no top 8, derrotando decks favoritos como o de Bant Spirits jogado por muitos outros jogadores. Outro deck que recebeu destaque foi o de Izzet Phoenix, que levou dois jogadores ao top 8 com facilidade. A característica diversificada do estilo Modern faz com que muitas vezes as melhores previsões dos jogos estejam erradas, deixando o campeonato ainda mais emocionante.

Mesmo com o Bant Spirits estando em destaque como o deck favorito do Grand Prix Portland 2018, o Grixis Death’s Shadow levou a melhor. Após derrotar o pro player Daniel Geiter, disputando com seu deck de Black-Green Midrange, Tyler Putnam foi o grande campeão, levando o prêmio de 10 mil dólares para casa, 8 pro points, além, é claro, do belíssimo troféu do GP. Parabéns Tyler! Campeonatos de Modern são sempre surpreendentes!

Dá só uma olhada no deck que levou o pro player Tyler Putnam a vitória, e deixe nos comentários o que você acha!

Creature (15)

  • 4 Death’s Shadow
  • 4 Gurmag Angler
  • Snapcaster Mage
  • Street Wraith

Sorcery (8)

  • 2 Faithless Looting
  • 2 Inquisition of Kozilek
  • 4 Thoughtseize

Instant (16)

  • 1 Dismember
  • 3 Fatal Push
  • Lightning Bolt
  • Stubborn Denial
  • 2 Temur Battle Rage
  • 1 Terminate
  • 4 Thought Scour

Artifact (4)

  • 4 Mishra’s Bauble

Land (17)

  • 2 Blood Crypt
  • 4 Bloodstained Mire
  • 1 Island
  • 4 Polluted Delta
  • 2 Scalding Tarn
  • 1 Steam Vents
  • Swamp
  • Watery Grave

60 Cards.

Sideboard (15)

  • 1 Stubborn Denial
  • Abrade
  • Anger of the Gods
  • Ceremonious Rejection
  • Collective Brutality
  • 2 Disdainful Stroke
  • 1 Engineered Explosives
  • 1 Grim Lavamancer
  • 1 Kolaghan’s Command
  • Liliana, the Last Hope
  • Surgical Extraction

De quem é a culpa afinal?

É minha ou é sua? De quem é a culpa afinal?

O mundo do magic é surpreendente e dentro dele tem muita história para contar, é muita gente, são muitas vidas que interagem entre si para poder usufruir melhor desse joguinho norte-americano. O magic veio parar no Brasil, graças a Deus, e para nossa felicidade cresce cada vez mais. O mundo do magic poderia ser perfeito mas tem sempre gente criticando e não enxergando a verdade. Não se esqueça, vocês estão no Brasil.

Simplesmente um mercado

Na história da humanidade, os produtos e serviços tem os seus respectivos mercados. Por exemplo, o serviço de entretenimento de futebol, o espetáculo, tem o mercado da bola onde gente trabalha para garantir o espetáculo para gente que quer assistir o mesmo. O mundo do magic não é diferente, tem o mercado do magic onde, aqui no Brasil, empresas, profissionais liberais, distribuidores estão nos servindo para garantir a existência desse mundo maravilhoso que está cada vez melhor.

Não são ladrões, são pessoas que estão nos servindo

Eu percebo muito jogador de magic reclamando do preço das cartas e levando a entender que a culpa é do lojista A ou do fornecedor B. Percebo que tem muita gente criticando justamente as pessoas que estão nos servindo porque acreditam que o preço das cartas é injustamente alto. Reclamam do preço da inscrição nos PPTQ´s, reclamam dos preços das cartas, reclamam até do preço da latinha de coca-cola.

A verdade é essa

A culpa dos “preços altos” praticados nas lojas não é dos lojistas e nem muito menos dos dealers. Eles estão na verdade repassando custos e colocando o justo lucro encima para sobreviverem. Na verdade não é magic que é caro, é todo um Brasil que é caro, foi o que eu disse, você está no Brasil. Se comparar o Brasil com uma Inglaterra, somos um país mais pobre, se compararmos com os Estados Unidos, também. O Brasil é um país mais pobre que os US e por isso tudo aqui é caro. A culpa é do conjunto da obra e não do lojista A ou muito menos da Wizards.

A comparação é a vilã que rouba felicidade

Eu disse que o Brasil é um país pobre comparado com Inglaterra ou até mesmo Estados Unidos. Só tirei esses dois países como referência porque os nativos desse país aqui vivem comparando o Brasil com eles e por isso acreditam que o “magic” é caro. Mas lembrem, o mundo do magic aqui no Brasil é um reflexo da economia do país (Se compararmos Brasil e US temos uma economia fraca e portanto tudo vai ser mais caro) e logo o povo vai ter menos poder aquisitivo e isso afeta o magic.

Ame os lojistas

Volto a repetir e vou ser insistente, os lojistas estão salvando esse país, nunca foi tão fácil montar um deck for fun ou serius. E agora que vocês sabem que a culpa do fracasso não é deles, não reclamem e agradeçam, eu joguei magic na década de 90 e não tinha essa estrutura maravilhosa. Mas não esqueça, os lojistas só estão repassando o “custo Brasil” nas cartinhas de magic.

Seja feliz

Fiquem animados pois o mundo do magic está vivo até os dias de hoje conquistando muita gente e ficando cada vez melhor. Eu sei que tem lojista corrupto mas com o tempo eles caem. Forte abraço e não esqueça de compartilhar esse post nas redes sociais.^^

 

Calendário Magic: The Gathering! – Resultado do Grand Prix Shizuoka 2018: Modelos Legacy e Standard

Calendário Magic: The Gathering! – Resultado do Grand Prix Shizuoka 2018: Modelos Legacy e Standard

 Magic: The Gathering é jogado no mundo todo, em diferentes culturas e línguas, não importa aonde você esteja, provavelmente estará rolando algum campeonato de Magic no final de semana. Provando isso,  a capital de uma pequena ilha no Japão chamada Chubu sediou nada mais nada menos que dois Grand Prix em um mesmo final de semana! Isso mesmo, na sexta e no sábado foi realizado o Legacy Grand Prix e ainda no sábado e no domingo, foi a vez do Standard Grand Prix. A diferença se dá com o primeiro exigindo o uso de Planewalkers, enquanto o segundo não. A cidade deu nome ao megaevento, reunindo quase 2 mil pessoas no Grand Prix Shizuoka 2018! Esse foi o primeiro evento Legacy no país.

Os GPs foram montados no modo Standard Construted e dos milhares de jogadores, somente 367 player chegaram ao segundo dia de campeonato. No modo Legacy, 13 players ganharam destaque devido à invencibilidade do primeiro dia, marcando 8-0. Além desse grupo, o evento se mostrou extremamente bem frequentado, com muitas estrelas do Magic também se destacando com a incrível marca de 7-1 no dia 1. São eles: O ganhador do Grand Prix Chiba 2016; o ganhador do Pro Tour comemorativo de 25 anos de Magic; o ganhador do Campeonato Nacional Chines; o ganhador do Campeonato Nacional das Filipinas; o ganhador do Campeonato Nacional do Japão e um dos destaques do Pro Tour Hall da Fama. Certamente esse mar só estava para peixes grandes. No modelo Grand Prix Standard, também foram muitos os competidores. O Top 8 foi conquistado pela primeira vez por sete jogadores, enquanto apenas um havia se destacado no Pro Tour Kyoto 2009, Masayasu Tanahashi. De toda forma, todas as batalhas foram disputadas e todas as vitórias foram muito bem recebidas, mas apenas um jogador pode se destacar e levar o troféu do Grand Prix (Standard) Shizuoka para casa.

Além dos melhores jogadores da região batalhando pelo troféu de campeão, os demais Planewalkers puderam se entreter no evento secundário temático inédito que garantiu muita diversão. Buscando uma maior aproximação dos players em relação à identidade do Guilds of Ravnica, os organizadores do torneio prepararam uma atividade que incentivou os jogadores a se juntarem a uma das cinco guildas existentes e a lutarem pela glória de seu grupo. Para participar, tudo o que você precisava fazer era se registrar no evento e deixar o seu booster pack de Guilds of Ravnica decidir o seu destino. Com seu clã selecionado, bastava cumprir uma série de tarefas e brincadeiras para dar pontos à sua guilda.  No final do evento, foi a Guilda Selesnya que se destacou como ganhadora, dando a seus membros um pequeno prêmio em forma de mais packs! Qual você acha que seria a sua Guilda em Guilds of Ravnica? Deixe nos comentários!

O segundo dia do Grand Prix Shizuoka (Legacy) 2018 foi decidido após dezoito rounds com o pro player Teruya Kakumae campeão, levando para casa o seu terceiro troféu de Grand Prix, além do seu quarto posicionamento no Top 8. O caminho para a vitória ganhou força quando o campeão derrotou Akihiko Shiota nas quartas de final, depois dele Takahiro Ishikawa também foi eliminado da competição pelo Teruya. A grande final foi contra o profissional Hiroyuki Kaga, que não teve chances com o deck vitorioso de Teruya Kakumae. Já o segundo dia para o Grand Prix Shizuoka (Standard) 2018 teve como ganhador Atsushi Nakashima. Ao usar Doom Whisperer para encontrar Finallity em seu deck, Nakashima abre espaço e derrota seu oponente Takuya Natsume, deixando-o sem resposta.

Parabéns Teruya Kakumae, pelo terceiro troféu de campeão no Grand Prix Shizuoka (Legacy) 2018! A primeira vez é incrível, a segunda melhor ainda, mas a terceira vez levando o troféu e o prêmio de 10 mil para casa, deve ser emocionante! E parabéns também para Atsushi Nakashima levando o mesmo prêmio de 10 mil para casa e o troféu de campeão do Grand Prix Shizuoka (Standard) 2018!

Segue abaixo o deck de Teruya Kakumae composto de Eldrazi Stompy, campeão do Grand Prix (Legacy) 2018:

Creature (26)

Eldrazi Mimic

Matter Reshaper

Simian Spirit Guide

Thought-Knot SeerReality Smasher

Oblivion Sower

Endbringer

Ulamog, the Ceaseless Hunger

Endless One

 

Artifact (8)

Chalice of the Void

Grim Monolith

Thorn of Amethyst

 

 

Land (26)

Wastes

Ancient Tomb

City of Traitors

Eldrazi Temple

Eye of Ugin

Cavern of Souls

Urborg, Tomb of Yawgmoth

Wasteland

 

60 Cards.

 

Sideboard (15)

Thorn of Amethyst

Ratchet Bomb

Sorcerous Spyglass

Ensnaring Bridge

Leyline of the Void

Umezawa’s Jitte

 

 

E o deck do Atsushi Nakashima composto de Golgari Midrange, campeão do Grand Prix (Standard) 2018:

Planeswalker (4)

Vraska, Golgari Queen

Vivien Reid

Vraska, Relic Seeker

 

Creature (24)

Llanowar Elves

Merfolk Branchwalker

Wildgrowth Walker

Seekers’ Squire

Jadelight Ranger

Midnight Reaper

Ravenous Chupacabra

Doom Whisperer

Carnage Tyrant

 

Sorcery (3)

Find // Finality

 

Instant (5)

Cast DownVraska’s Contempt

 

Land (24)

Overgrown Tomb

Woodland Cemetery

Memorial to Folly

Golgari Guildgate

Detection Tower

Forest

Swamp

 

60 Cards.

 

Sideboard (15)

Carnage Tyrant

Vraska’s Contempt

Duress

Golden Demise

Thrashing Brontodon

Reaver Ambush

Assassin’s Trophy

The Eldest Reborn

Deathgorge Scavenger

 

Magic the gathering online

Magic the gathering online

O magic não se trata de apenas um jogo de cartas físico colecionável. Existe também a versão online dele. Mais precisamente conhecido como magic the gathering online ou a sigla MOL. Eu, particularmente joguei magic online durante muito tempo e a minha opinião sobre ele é a seguinte: É muito bom e viciante. Você pode jogar contra planeswalkers do mundo todo e conhecer pessoas dos quatro cantos do mundo. É claro que você precisa se comunicar em inglês para se relacionar com a comunidade. Vou deixar um link aqui embaixo que remeterá você ao site da Wizards para você poder fazer o download do jogo e se inscrever.

magic the gathering online

Faça download do game

Magic the gathering online: Crie sua conta

Antes de mais nada você precisa primeiramente de uma conta no MOL para poder jogar o game. Para isso, basta acessar o site da Wizards e ir em magic online e depois em create account e preencher os requisitos. Mas vou facilitar a sua vida, aqui vai um link direto para você já se inscrever:

Inscrição no MOL

Eu jogo magic the gathering online desde 2003 quando parei de jogar magic impresso e ingressei no MOL. De lá para cá eu joguei muito casualmente, joguei muitos torneios, troquei muita carta e principalmente, joguei muito draft. Vocês precisam jogar draft, é maravilhoso, gostoso. Posso dizer que draft é a melhor experiência que um player pode ter jogando magic e ainda mais online onde tem draft toda hora.

Magic online é bom também para aqueles jogadores que não tem tempo suficiente para encontrar com a galera e quer jogar um magic casual. O planeswalker pode jogar bem dizer a qualquer hora do dia e da noite contra planeswalkers do mundo todo basta ter um computador e conexão com a internet.

No magic online você pode conhecer pessoas de outros países também. Como o game é internacional, você vai jogar contra pessoas dos quatro cantos do mundo mas acredito que a maioria seja americanos e portanto o MOL é uma ferramenta para você conhecer pessoas também.

magic the gathering online
Área do jogo, uma partida de MOL

Vale lembrar que se você tiver alguma dificuldade com a ferramenta o algum problema técnico, tem o time de suporte da Wizards online que fica logado na ferramenta e estão prontos para te ajudar caso você precise. É um time excelente, nota 10 que resolvem qualquer problema dentro do game. Se o time não resolver o problema, eles pedem para você entrar em contato com o costumer service da Wizards que também dão um bom suporte.

A ferramenta também permite você colecionar cartas já que o magic é um jogo de cartas colecionáveis e lá dentro você encontra bem dizer todas as cartas sendo vendidas. Na sala de trade você encontra dealers vendendo e comprando cartas e é um ótimo lugar para achar oque precisa.

No magic online tem várias salas de jogos, quando você quiser jogar, entre numa sala que tenha a ver com seu perfil. Se você só quer brincar de magic, é melhor entrar na casual play, se quer treinar para champ, pode entrar na tornament pratice e assim vai.

magic the gathering online

Fiz esse breve artigo para ajudar as pessoas novatas no mundo do magic e espero ter ajudado. Forte abraço e até a próxima planeswalkers.

Como assim? Rogue elephant hein? Não desista tão fácil

Como assim? Rogue elephant hein? Não desista tão fácil

O magic do passado é inesquecível, época que os players tinham que colocar mochila nas costas e ir a luta pra trocar, vender e comprar cartas até conseguir montar seu deck. As coisas eram bem difíceis mas quando conseguíamos montar nosso deck, vinha aquela sensação de felicidade. Só restava esperar pelo próximo torneio para testar o deck. Lembro que meu primeiro deck competitivo era o stomp e por falar em stomp, veio na minha cabeça o rogue elephant.

Eu me lembro que para ter os meus rogues eu tive que ir a lugares distantes. Embora fosse incomum ou comum, não lembro, tinha gente que possuia no fichário de jogo mas não trocava. Lembro que eu consegui meus 4 rogues pingados de troca em troca percorrendo a cidade em busca deles.

Mas por que tanta luta para conseguir esse elefantes? A resposta não era tão fácil assim em virtude do contexto. Eu me lembro que existia um field vigente na época em que o baralho soberano era um mono blue que tinha que ser derrotado rápido. Quanto mais turnos você dava pra esse mono blue pior ficava sua situação.

Lembro também que o stomp era deck de terceira linha e o rogue, que era bem dizer a alma do deck não era raro. Lembro também que esse mono blue não era barato, tinha pelo menos 16 cartas raras no deck e era a sensação do field.

Mas no duelo entre meu stomp e os mono blues que eu enfrentava, eu sempre levava a melhor. Um rogue de primeiro turno com um rancor vindo no segundo turno era forte demais contra esse mono blue e tudo girava em torno do elephant.

No magic, não é só porque você joga contra o deck mais caro e forte que é sinal de derrota. As vezes o pequeno detalhe de uma cartinha combinada com a outra pode fazer uma enorme diferença contra um deck tido como forte. O mono blue era o high tide e era o deck top de linha e o stomp era barato meio fora meio dentro da curva.

No magic os detalhes de um simples rogue combinado com rancor faziam diferença e portanto não desista de jogar só porque seu deck é barato. As vezes um deck barato pode trazer uma surpresa contra um deck mais arrojado.

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Calendário Magic: The Gathering! – Resultado Grand Prix Warsaw 2018

Calendário Magic: The Gathering! – Resultado Grand Prix Warsaw 2018

As inscrições para o Grand Prix Warsaw 2018 desse final de semana se esgotaram em um piscar de olhos. Em resposta a isso, nos dias 24 e 25 de novembro, esse Grand Prix marcou o recorde de maior torneio de Magic da história da Polônia! A dimensão do evento chocou até mesmo os organizadores. O público esperado era algo similar ao GP do ano anterior, que recebeu em torno de mil pessoas e nesse ano, mesmo já preparados para um número maior, ninguém esperava que seria quase o dobro! Tinham tantos competidores querendo participar da disputa que até mesmo os eventos secundários tiveram que restringir seu público. Boatos que as pessoas estavam jogando partidas de Magic até mesmo nos banheiros. Certamente, a cidade polonesa parou nesse fim de semana para jogar Magic: The Gathering.

No primeiro dia, o torneio se mostrou de alto nível com Taylor Dix, Patrick Mackowiak, Thomas Veith, Pascal Vieran, Matteo Moure, Julien Berteaux e o herói da cidade, Piotr Głogowski se destacando nos Top 8 com mais um record de invencibilidades. Até o segundo dia. Com o fim do final de semana, alguns dos primeiros colocados perderam sua invencibilidade enquanto outros chegaram a sair da lista.

A grande final foi entre dois jogadores que se mantiveram em destaque desde o início do campeonato. O jogador Eduardo Sajgalik pareceu ter tido dificuldade com a rapidez do deck de Boros do competidor Julien Berteaux, mas no fim, Sajgalik foi campeão do Grand Prix Warsaw 2018. Seu deck com “criaturas e removedores, nada muito especial” segundo ele, garantiu a ele o troféu do Grand Prix, o prêmio de 10 mil dólares e 8 Pro Points. Se juntaram a eles no podium dos Top 8, os ucrânianos Iurii Babych, Belgian Pascal Vieren e o Estonian Hannes Kerem; os alemães Johann Wallner e Christian Seibold e para a surpresa de todos, Julien Nuijten que não levava nada pra casa a tempos.

Parabéns Eduardo “Walaoumpa” Sajgalik, campeão do maior torneio de Magic da história da Polônia, o Grand Prix Warsaw 2018! Segue abaixo o deck que levou o canadense Sajgalik à vitória.

Creature (16)

Bartizan Bats

Child of Night

Douser of Lights

Kraul Swarm

Moodmark Painter

Spinal Centipede

Undercity Necrolisk

Affectionate Indrik

Devkarin Dissident

Hitchclaw Recluse

Ironshell Beetle

Kraul Foragers

Pelt Collector

 

Sorcery (2)

Deadly Visit

 

Instant (3)

Necrotic Wound

Assassin’s Trophy

Assure // Assemble

 

Enchantment (2)

Dead Weight

 

Land (17)

Forest

Swamp

Overgrown Tomb

Selesnya Guildgate

 

40 Cards.

Grand Prix Melbourne

Calendário Magic: The Gathering! – Resultado Grand Prix Melbourne 2018

Os finais de semana são sempre muito animados com Magic! Nos dias 17 e 18 de novembro, esse grandioso jogo reuniu milhares de pessoas na cidade de Melbourne, na Austrália. Você pode ser jogador profissional, um comprador de cartas, alguém que acaba de comprar seu primeiro deck, ou até mesmo um amante de Magic: The Gathering e que quer encontrar algum amigo da comunidade Magic. Não importa quem você seja, o GP Melbourne é o destino de todos.

Apesar de ser um país imenso, sua população não é grande, mas tem o tamanho suficiente para lotar todo ano o Grand Prix Melbourne 2018. Há diversos eventos paralelos acontecendo durante o GP e muitas pessoas aproveitam para encontrar seus designers de carta favoritos e pegar um lindo autógrafo. Entretanto o que dá emoção ao final de semana é o evento principal e o troféu de campeão do Grand Prix Melbourne 2018.

O torneio foi no modelo Limited, ou seja, o primeiro dia é no formato Sealed Deck e no segundo dia é no formato Draft, dando muita adrenalina aos competidores. Assim como no Pro Tour Guilds of Ravnica, em Atlanta, que ocorreu no último fim de semana, a carta Boros também dominou os decks no outro lado do mundo, marcando presença em várias partidas do GP Melbourne. No fim do primeiro dia, a dupla dinâmica Boros e Aurelia, Exemplar of Justice derrubaram todos que estavam em seu caminho, deixando Shawn Khoo, Taiga Tsujikawa e Calvin Liu invictos, marcando 9-0 logo de cara. Interessante como essa composição do deck se destacou durante o torneio.

No segundo dia, os destaques do dia um dominaram os rankings. Tsujikawa mandou o campeão da equipe do Grand Prix Sydney 2017, Ivan Schroder, para casa durante as quartas-de-final, antes de derrubar Shawn Khoo nas semifinais. A grande final se formou e revelou-se uma grande revanche, pois, Tsujikawa e Calvin Liu haviam empatado no round anterior, traçando o caminho de ambos até a final. Com o torneio marcado pela agressividade das cartas da Guilds Of Ravnica, Liu levou o primeiro jogo, mas Tsujikawa batalhou de volta para ganhar esse confronto de decks similares e se tornou o Campeão do Grand Prix de Melbourne 2018. Parabéns!

Se juntando aos Boros, no Top 8 também estavam Zen Takahashi, da Nova Zelândia, se destacando pela quinta vez; Prads Pathirana, de Sydney, com sua segunda classificação no ranking; Ivan Schroder, de Canberra, também com o seu segundo e Shawn Khoo que representou a Malásia na World Magic Cup duas vezes. Todos ganharam Pro Points e automaticamente ganharam convites e passagem aérea para o próximo Pro Tour. Grave bem esses nomes, pois tenho certeza que todos estão mega ansiosos e se prepararão mais ainda para o Grand Prix Sydney 2019, que ocorrerá em fevereiro. Muito legal o destaque dos excelentes jogadores, porém, apenas Taiga Tsujikawa levou o troféu de campeão e o prêmio de 10 mil dólares, juntamente com 8 Pro Points.

Quer saber quais cartas foram usadas para dar destaque a esse invencível trio? Segue abaixo a composição de deck do grande campeão do Grand Prix Melbourne 2018!

 Creature (15):

Healer’s Hawk

Intrusive Packbeast

Tenth District Guard

Hammer Dropper

Goblin Banneret

Ornery Goblin

Wojek Bodyguard

Skyknight Legionnaire

Vernadi Shieldmate

 

Sorcery (1)

Maximize Velocity

 

Instant (4)

Take Heart

Justice Strike

Inescapable Blaze

Sure Strike

 

Enchantment (3)

Demotion

Luminous Bonds

Experimental Frenzy

 

 

Land (17)

Mountain

Plains

 

40 Cards.

 

Sideboard (22)

Demotion

Vernadi Shieldmate

Worldsoul Colossus

Torch Courier

Rubblebelt Boar

Maniacal Rage

Gravitic Punch

Fearless Halberdier

March of the Multitudes

Mephitic Vapors

Severed Strands

Dimir Informant

Dimir Spybug

Erstwhile Trooper

Loxodon Restorer

Selesnya Guildgate

Dimir Locket

Candlelight Vigil

Collar the Culprit

 

Obrigado lojistas de todo o Brasil

O mundo do magic evoluiu muito graças a Deus

Eu não sou o cara perfeito do magic mas tenho minha história e com certeza isso ninguém tira de mim. Quando eu comecei a jogar magic, não existia tanta estrutura assim para ajudar os planeswalkers que só queriam disputar planos tanto em âmbito local quanto ir para terras distantes para jogar e quem sabe representar o Brasil.

Eu me lembro muito bem, quando eu comecei a jogar esse jogo maravilhoso e tentador, foi em 97 ou 98, época de tempest no block. Acho que 4°edição era T2. E tinha algo muito anti producente nesse mundo do joguinho norte-americano. Não era só jogar com os amigos da rua e no sábado jogar champs para disputar quem era o melhor da cidade maravilhosa, tinha essa grande tribo (no bom sentido da ideia) que formava o mundo do magic e essas pessoas demandavam algo.

Eu me lembro muito bem quando eu comecei a jogar esse jogo maravilhoso norte-americano. No início tudo era rosas até porque eu não queria saber de competir. Era só ter meu deckzinho com “carapaças” kkkk e ir jogar na minha rua junto com meus amigos que também tinha deckzinhos com “carapaças”. Tudo era harmônico e parecia que o mundo estava completo e nada ardia.

Eis que uma vez, um amigão meu, me chama para eu jogar meu primeiro champ na Metrópolis, loja essa que infelizmente faliu e ficava no Unicenter na Taquara, Rio de Janeiro mais precisamente em Jacarepaguá. Lá eu joguei meu primeiro torneio e fiz aquele ritual do DCI para jogar. Achei interessante a ideia de disputar planos competitivamente e junto com meu amigo.

Mas tinha um pequeno porém, como eu não sabia nada mesmo de torneios competitivos, eu joguei com meu deck green de “token” (deck de iniciante). Deck não competitivos e o resultado foi esse, fui turbo estourado. Lembro também de ter jogado mais alguns torneios antes de amadurecer que eu tinha que ter um deck competitivo de verdade.

Nesse joguinho maravilhoso não tem lugar para token quando se trata de magic competitivo e pegando alguns conselhos com amigos já experientes, descobri que existia um deck green (minha cor predileta) que era competitivo e inclusive colocava terror no deck mais forte do field, o high tide.

O mundo do magic era só flor até então, a partir daí, eu me comprometi a montar meu primeiro deck competitivo stomp. Lembro até hoje da build que não sai da minha memória. Mas tinha uma coisa que me chamou atenção e eu não sabia o que. Eu, com muito sacrifício fiquei sabendo o preço exato das cartas. Na época não existia liga magic que padronizava tudo em “menor da liga”. O que existia era a Dragon Brasil que muito gente não seguia. Era um sufoco pra saber o preço da carta competitiva, saber se está pagando caro ou barato nela. Parece que o mundo começou a arder.

Eu me lembro que na época eu trabalhava para meu pai e para minha mãe e tinha uma certa grana pra gastar com meu hobby e estava disposto a montar meu primeiro deck competitivo. Me lembro disso, eu, com dinheiro no bolso, levei aproximadamente 1 mês para montar o stomp extended (acho que equivalia ao modern hoje).

Com o tempo, descobri que o stomp era deck de terceira linha e o de segunda linha da mesma cor era o cursed stomp. Lembro que os 4 curseds custavam 1 salário mínimo e fora as outras cartas. Na época eu já estava mais amadurecido e tinha dinheiro mas foi uma dificuldade pra comprar meus 4 curseds que por sinal, por necessidade (pra jogar extended com mais força competitiva), tive que comprar meus 4 curseds na mão de um amigo que me vendeu as cartas todas garibadas (HD). Simplesmente desisti da qualidade pra poder jogar.

O tempo foi passando e já tinha percebido que faltava algo nessa comunidade que tanto demandava por cartas. Me lembro muito bem jogadores discutindo com outros só porque tinham cartas de jogo e não jogavam champs. Eu mesmo cheguei a discutir com um. Simplesmente faltava carta e estrutura para os players se desenvolverem. Os lojistas naquela época só vendiam boosters que ao comprar e abrir, nunca vinha a card que você precisava.

Todos os lojistas da cidade do Rio de Janeiro só realizavam torneio e mesmo assim sábado quando tinha e não vendiam cartas avulsas. Tem ideia? você rala, faz dinheiro, está com a grana na mão e na hora de comprar é uma dificuldade?

Hoje em dia as coisas mudaram, não no sentido da ralação de fazer dinheiro pra manter o hobby mas em outro sentido. Toda aquela demanda de uma tribo que queria as cartas pra disputar torneios foi abastecida. Hoje em dia as coisas estão muito fáceis. Rala rala e faz dinheiro é claro e com a grana na mão é só acessar um site da Cards of Paradise por exemplo e comprar as cartas pela loja virtual. Você não compra booster, compra a carta específica e essas mesmas cartas chegam via sedex na sua casa. Tudo isso em menos de 1 semana.

Voltei a jogar magic em fevereiro desse ano (2018) e vejo com meus próprios olhos como esse mundo gostoso evoluiu em vários aspectos incluindo o aparecimento de lojistas guerreiros que ralam pra vender cartas avulsa para essa tribo que demanda cada vez mais cartas. É a sede de magic sendo abastecida tanto no casual game quanto no competitivo.

Se naquela época tivesse essa estrutura de lojistas e é claro, outras estruturas como a liga magic etc, a minha vida seria muito mais fácil. Forte abraço e até a próxima planeswalkers, vamos jogar esse joguinho norte-americano maravilhoso até o fim da vida. #EnvelhecerJogandoMagic

 

Pro Tour Guilds of Ravnica

Calendário Magic: The Gathering – Resultado do ganhador do Pro Tour Guilds of Ravnica

 

Mais um final de semana emocionante no calendário Magic: The Gathering! Seguindo nossa cobertura dos eventos oficiais do mundo Magic, falaremos hoje sobre o Pro Tour Guilds of Ravnica, sediado na cidade de Atlanta, em Georgia, nos Estados Unidos. O evento Pro Tour é sempre de alto nível pois para participar, você precisa ter um convite, e para isso, você precisa se destacar em pelo menos um dos seguintes requisitos: Estar entre os finalistas do Regional Pro Tour Qualifier; Ser o ganhador do evento Magic Online Championship Series; Ser um dos finalistas de algum Grand Prix; Ter um status apropriado no Pro Players Club; Terminar com 33 match points ou mais no Pro Tour anterior; Ou ser membro do glorioso Pro Tour Hall of Fame. Pois bem, percebe-se que o Pro Tour não é para qualquer um, levando o nível do campeonato às alturas!

Nos dias 09, 10 e 11 de novembro, o Pro Tour Guilds of Ravnica retornou ao formato Standard, trazendo novos decks e ótimos jogadores levando ao topo um dos jogadores mais dedicados e empenhados do jogo. Andrew Elenbogen se classificou para o Pro Tour de Atlanta como o único jogador com 36 pontos no final das rodadas do Pro Tour anterior, sobrevivendo por pouco ao corte. Além de não ter certeza de sua classificação para o Pro Tour, Andrew também não estava com segurança para afirmar que chegaria às finais. Entretanto, sua força de vontade fez com que o seu nome fosse o único entre os jogadores com 36 pontos a chegar no Top 8, dando a ele a chance de sair campeão pela primeira vez em seu quarto Pro Tour. Andrew Elenbogen não deixou essa chance escapar e levou para casa 50 mil dólares como prêmio de primeiro lugar.

Suas batalhas não foram fáceis. Depois de derrotar um dos líderes do campeonato em um jogo extremamente difícil, Andrew também derrotou uma lenda do Pro Tour em sua jornada até o troféu. Depois de escapar por pouco das garras do deck Jeskai Control do Wilson Mok nas quartas de finais, o jogador também superou Tay Jun Hao que jogava com o seu deck Aggro Vermelho-Branco na semifinal. A reta final foi contra o jogador Luis Scott-Vargas, visto como um dos melhores jogadores do jogo. Tanto Andrew quanto Luis jogaram com versões de decks Aggro Vermelho-Branco, mas por ter estudado as jogadas de seu adversário, Andrew Elenbogen conseguiu causar um grande número de dano, o suficiente para levar para a casa o troféu do Pro Tour Guilds of Ravnica. Assim, Andrew Elenbogen derrotou Luis Scott-Vargas em três das cinco rodadas, se tornando o campeão do Pro Tour Guilds of Ravnica!

Além do campeão, grandes nomes se destacaram no Top 8 do Pro Tour de Atlanta. Os responsáveis pelas eletrizantes e bem executadas partidas nesse final de semana são:

  • Wilson Mok, natural de Vancouver no Canadá. Se classificou para as quartas de finais mas foi derrotado.
  • Michael Bernat, natural de San Jose na California. Foi o ganhador do GP Las Vegas.
  • Kasper Nielsen, natural de Copenhagen na Dinamarca. Chegou às finais do Grand Prix Lille 2017, porém foi derrotado em uma batalha contra o seu amigo de longa data, Chrins Larsen.
  • Yuuya Watanabe, natural de Tokyo no Japão. Foi campeão do Players Championship e ganhador de sete Grand Prix.
  • Tay Jun Hao, natural de Singapura. Se classificou para as semifinais mas foi derrotado pelo então campeão do Pro Tour.
  • Jérémy Dezani, natural de Paris mas criado em Tokyo. Ganhador do Pro Tour Dubin.
  • Luis Scott-Vargas, natural de Oakland, California. Acostumado a estar entre os Top 8, se classificou para as finais do Pro Tour Guilds of Ravnica mas não levou o troféu para casa.

E por último, o ganhador do Pro Tour desse final de semana! Andrew Elenbogen, que leva para Ann Arbor, no Michigan seu primeiro grande troféu como profissional de Magic: The Gathering! Parabéns!

Sei que estão curiosos, então abaixo está o deck Aggro Vermelho-Branco que marcou a carreira de Andrew, o levando para o topo do pódio:

 

Creature (26)

Adanto Vanguard

Snubhorn Sentry

Venerated Loxodon

Benalish Marshal

Skymarcher Aspirant

Dauntless Bodyguard

Healer’s Hawk

 

Instant (2)

Pride of Conquerors

 

Enchantment (12)

Conclave Tribunal

History of Benalia

Legion’s Landing

 

Land (20)

14 Plains

Clifftop Retreat

Sacred Foundry

 

Total: 60 Cards

 

Sideboard (15)

Clifftop Retreat

Tocatli Honor Guard

Experimental Frenzy

Response // Resurgence

Ajani, Adversary of Tyrants

Banefire